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Sobre o pólen em Porto

A época das alergias primaveris no Porto (fevereiro-maio) é dominada pelo pólen de Alfavaca-cobra e de Carvalho; a Alfavaca-cobra (Parietaria judaica) é prolífica nos muros de pedra da Ribeira e da Foz do Douro; o Carvalho (Quercus) está amplamente disseminado no Parque da Cidade e no Jardim de Serralves. A Bétula (Betula) e a Oliveira (Olea europaea) contribuem significativamente para as contagens arbóreas. O verão (maio-julho) regista o pico dos níveis de pólen de Gramíneas (Poaceae), com origem nos relvados do Palácio de Cristal e das margens do rio Douro.

Os ventos costeiros do Oceano Atlântico transportam o pólen para o interior; as ruas estreitas do centro histórico retêm estas partículas. O ar marítimo húmido favorece o crescimento de Bolores (Alternaria, Cladosporium) durante todo o ano. Os esporos aumentam durante os invernos chuvosos (novembro-fevereiro); os níveis são elevados perto das margens do rio e em edifícios de pedra húmidos.

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O que significam os níveis de pólen
BAI Sintomas improváveis
MÉD Risco moderado de sintomas
ALTO Sintomas generalizados prováveis
M.AL Espere sintomas significativos
EXT Probabilidade e gravidade de sintomas extremamente elevadas